sábado, 31 de maio de 2008

Lovely SO.

Is this Love³ that I feeling...

Meu amor, meu bebê, meu gordo, meu calinho


Tudo começou assim: eu de férias, em Itamaraju, nada pra fazer. Ele em Itabuna, férias, nada pra fazer. Eu entro numa sala de jogos, de um site qualquer, dominó. E la vem ele, entra na sala comigo, jogamos de testa. Descobri onde ele morava, e era exatamente a tal cidade q eu ia morar. Conversa vai conversa vem, msn, orkut e várias surras q ele me deu no jogo. ;x
Dai em diante so "conhecidos virtualmente". Ele me disse q ia passar o carnaval no Prado, perto de mim. Eu tbm ia ate entao. Se nao fosse uma ponte quebrada que me fez desviar o curso e parar em Mucuri. E nada de ver ele. Ate prq eu nao queria, e nem ele eu acho..rs
Depois, vim pra Itabuna estudar, cursinho. Continuamos só nos falando por msn..nada demais. Quando foi no dia 21 de Julho de 2007, trivela de Ilheus, eu perdida e sozinha, encontro com ele "daquele jeito"... Doido, me agarro, puxou minha saia, e eu quis sair correndo. Mas fui la, cumprimentei de boa, e achei ele LOUCO. Depois disso, ele nao me largou mais..(me achei ne amor? ;x) me chamava pra sair, me ligava todos os dias, foi a companhia que eu tive no meu aniversário de 19 anos. Sempre um Gentleman. Só q ele achou q eu tva de doce...q ele me chamava pra sair e eu nada..resolveu parar de me ligar. So me disse q ia viajar pra Diamantina. E eu ia no mesmo dia pra Itamaraju. Longes demais um do outro. E quando cheguei em Itamaraju, meia noite, do NADA, aquela vontade de ligar pra ele. Nem eu mesma me entendi. SO sei que liguei, ele atendeu, feliz, disse q tva soznho na rodoviaria...esperando um onibus! Dai pra la nao sei mais, so sei q pensei nele mt...e quando ele entrou no msn no outro dia, meu coração deu um pulo, e eu chamei ele de "loveee" pela primeira vez, sem nem saber onde isso tudo ia dar!
Quando eu tva no busao voltando pra Itabuna, recebo um torpedo sem nem esperar: "Minha Linda, tô em Itabuna ja, boa viagem.." E eu respondi: "To em Eunapolis ainda, devo ta chegando ai umas 8 hrs..." Marcamos de sair na sexta, dia 31 de agosto de 2007 e foi ai que tudo começou. De la pra cá nao nos largamos mais, e cada dia mais vou descobrindo o quanto eu aprendi com ele, o quanto ensinei, o quanto sou feliz, o quanto faço ele feliz, o quanto eu amo ele, o quanto ele me ama. Sem aquela coisa de "namoro perfeito", prq isso nao existe. Mas um namoro saudável, lindo, que eu gosto demaiis! ;)

E hje eu falei pra ele, que eu queria que essa data linda se repetisse vaaarias vezes, e que nós possamos ser MT MAIS feliz juntos..que eu amo, que eu quero ele, pra todo o sempre!

Mateus meu amor, te amo muito! Obrigada pelos 9 meses lindos!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

O que tenho a dizer...

Falta tanta coisa na minha janela como o rosto dela(s)...

AHHHHHHH Laianna...que saudade é essa que vc sente todos os dias da sua vida? Que dependência é essa, que vicio é esse, que necessidade de estar junto é essa? Porque que vc pensa nelas todos os dias de sua vida? Porque elas simplesmente sao AS MAIS especiais de todas. E de longe..bem LONGE.
Sabe aquelas pessoas que vc vai lembrar mesmo qd vc estiver beeem velhinha, aquelas pessoas que te fazem sentir uma saudade bem gostosa, e aquela vontade de ganhar um abraço? Eu tenho essas pessoas, e elas tem nomes lindos: Paula e Ilmara, minhas EZM'S de (L) e pra todo o sempre. Lembro de mts momentos especiais ao lado delas, ate mesmo das brigas, da falta de assunto, dos brigadeiros ( sempreeeee! ) , das "caneladas" no Shops, dos FUNKS entao nem se fala bixo..
Sinto falta das minhas companheiras inseperaveis, parceria sem fim, das melhores amigas q Deus poderia ter encomendado pra mim!
Sinto uma felicidade imensa aqui dentro so de saber q tenho elas, mesmo q de LONGE.
E por flar em longe...cara, essa distancia fila da puta (desculpa ;x) que me incomoda tanto, que me fez chorar nos ultimos dias, que me fez gastar meus creditos mandando mensagens e mensagens!

E a ultima frase foi: "a gente ainda vai ralar a bunda no chão juntas de novo"...

Eu, e elas ;)


domingo, 25 de maio de 2008

Felicidade (mais que) Realista.

"me recuso a buscar, essa discutível perfeição..."

Porque a gente tem mania, de querer TUDO PERFEITO? Tava estudando esses dias ( vivo estudando inclusive...), e parei no módulo de português, num texto do Mário Quintana : " Felicidade Realista". Li tudo. Parei. Pensei. Bixo, tudo verdade, nada mais q a verdade!
A gente quer um amor de novela, quer q nossos pais aceitem tdo q a gente faz, quer q nossos amigos sempre nos ajudem a resolver nossos "problemas" (se é q tenho mesmo problemas..), queremos sempre TUDO, e na maioria das vezes sem querer buscar realmente por isso.
Qual o problema de acordar c uma espinha no nariz, de brigar com o namorado duas vezes seguidas, de ter suas melhores amigas morando longe, dos seus pais nem sempre te darem razão, e vc nem sempre ouvir aquilo q se quer?
Quer realidade? Olhe o MUNDO. Veja qtas pessoas morrem de fome, quantas pessoas estao nas filas dos hospitais esperando por atendimento. Quantas pessoas viram seus filhos serem jogados do sexto andar...isso sim, realmente são problemas. Falta de roupa, de sapato, de atenção, de dinheiro, falta de passar no vestibular, não é o fim do mundo. A perfeição é quase algo inatingível. A gente precisa se ferrar as vezes, pra aprender, pra tirar o BOM daquilo q parece RUIM demais. Reflita, se vc nao ta vendo chifre na cabeça de cavalo em tudo.


Ai segue o textinho, que me inspirou pra realidade! (Com sabor de café preto e pão quente...)

"A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar,
dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo,
queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade."


Felicidade? É isso ô: meus dois irmõas, e meus pais! ;)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

'cabelo ao vento, meus olhos sempre atentos..'

"Destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha; não é uma coisa que se espera, mas que se busca!"

Que eu me recorde foi a primeira vez que lamentei o fim de ano. Na hora de fazer a retrospectiva de 2007 eu percebi o quanto esse tal ano em especial havia sido generoso comigo. Tanto que no meio do foguetório perturbador de boas vindas ao ano novo, eu ainda tinha esperanças de que ele desistisse e fosse embora. Queria mesmo era me agarrar feito criança em lojas doces, nas pernas (?) de 2007 e não deixar ele partir.
Eu nunca simpatizei com os números ímpares , mas aquele 7 em especial poderia deixar para sempre! Claro, não foram 12 meses somente de alegrias e oba-oba. Eu talvez até conseguisse encher o "velho Chico" com a quantidade de lágrimas que também foram derramadas. Mas é aí então que vem a resposta de tanto apego.
Eu saí muito mais forte de todas as minhas freqüentes crises. De Janeiro a Dezembro eu tentei, com sucesso, transformar choro em força, questionamentos em soluções e tropeços em grandes saltos. Eu consegui largar mão de coisas que ingenuamente eu acreditei me fazerem bem.
A vida trouxe ainda alguns presentes de carne e osso que me apresentaram a parte de mim que eu desconhecia. A mesma também fortaleceu laços, desatou alguns que andavam frouxos e não seguravam nada. Ela também escreveu no meu dicionário intrínseco a palavra segurança. Tu podes, tu consegues, tu és capaz. As regrinhas básicas e batidas dos livrinhos de auto-ajuda que durante todos esses anos eu rejeitei.
Em 2007 eu fiquei gente grande e eu não sabia se ao abrir os olhos em 2008 eu ainda estaria.
O 2007 aqui foi só verão, e as pancadas de chuva duravam sempre muito pouco. Eu tinha medo que como filme bom ele acabasse ali, sentada com a minha bunda no sofá e gosto de quero mais. Os extras, as cenas cortadas, "conheça o elenco", e blábláblá não me supririam. E como eu nunca fui de querer pouco mesmo, dessa vez eu queria tudo de volta! Eu queria o MEU ano de volta! Férias surreais, descobertas, 1 milhão de sotaques, jogar todo o lixo fora, saber o que eu quero pro resto da vida, partir corações, reconstruir o meu, matar saudade, acertar os alvos, salvar 10 animais, crer em mim, aprender a gastar, dizer não, janeiro, fevereiro, março, abril, maio...
Eu esqueci mesmo que era só mais uma passagem no calendário, uma folha rasgada. São essas convenções, comemorações, cartões de créditos disfarçados de velhinhos gordos e coelhinho que sempre zoam com a minha cabeça. Esse ser desconhecido e nostálgico que habita o meu corpo quase que sem querer me cegava quanto ao fato de que eu não estava perdendo nada...
Sempre apostei nos pares! 2008 veio pra quebrar as minhas pernas. Sem rodeios, vamos a luta, deixando de lado as tradicionais manhas e as marcas de uma personalidade abalável, estou fazendo o que tinha que ser feito. E assumirei contas e riscos até o mês em que o Noel chegar com toda a bagagem de 2007. Eu quero mesmo é me desafiar. Pegar todas as possíveis experiências aqui pra mim. Não sou mais eu contra o tempo. Até essa "conquista" chamada vestibular, eu talvez seja um super-herói.

P.s: esse texto é autoria de Fernanda Gava
e no momento, diz muito, aquilo que eu quero dizer ;)